Já falei que não devo satisfações à ninguém que não paga as minhas contas.
O que eu faço, deixo de fazer, e gosto, não é da conta de ninguém. Eu, da mesma forma que qualquer um pode ter sua opinião, eu posso mudar a minha se me for conveniente. Eu não tenho que me obrigar a concordar com uma coisa agora, só porque antes eu já concordei com aquilo.
Quem nunca mudou de opinião?
Não importa a frequência, eu tenho todo o DIREITO de não querer ser como fui há minutos antes.
Assim como as pessoas, as coisas também mudam de lugar, eu também mudo com o decorrer do tempo. Em momento algum eu pedi para que alguém me entenda.
Odeio falsos moralistas que não bebem, não fumam, não são gays, nem abortistas e querem abraçar todas as causas do mundo, quando na verdade, preferem o que mais o favorecem. Por favor, vão oprimir suas avós, ou então, vão bater um currículo. Me azucrinar é muita sacanagem!
Enquanto vocês vão me dizendo o que devo fazer, eu vou buscando minhas verdades.
Quem gostar gostou, que não gostar, se retire. ;)
terça-feira, 6 de novembro de 2012
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Todos são culpados, mas ninguém paga por nada.
Sou brasileira e tenho uma paixão pelo Hino Brasileiro. Quando fazem brincadeiras com o nosso país e falam mal do Brasil. Eu me sinto tão mal como se falassem da minha mãe.
Acho que nosso país tem que mudar muita, mas muita coisa mesmo. Inclusive na política, mas não acho que essas pessoas que só sabem julgar o país estejam certas.
Ao invés de falar mal, faça melhor. Lute por um país o qual você sonha em ter e não culpe os outros por coisas que só nós podemos fazer. Por que ao invés de julgar o seu amigo que está fazendo uma coisa errada, você não o ensina a fazer o certo?
Por que ao invés de falarem mal dos políticos, você não estuda o político que tem as melhores propostas para o seu país?
Culpar os outros é a forma mais fácil de não resolver porra nenhuma.
Acho que nosso país tem que mudar muita, mas muita coisa mesmo. Inclusive na política, mas não acho que essas pessoas que só sabem julgar o país estejam certas.
Ao invés de falar mal, faça melhor. Lute por um país o qual você sonha em ter e não culpe os outros por coisas que só nós podemos fazer. Por que ao invés de julgar o seu amigo que está fazendo uma coisa errada, você não o ensina a fazer o certo?
Por que ao invés de falarem mal dos políticos, você não estuda o político que tem as melhores propostas para o seu país?
Culpar os outros é a forma mais fácil de não resolver porra nenhuma.
sábado, 9 de junho de 2012
Debate numa escolinha de Brasília.
No ano das eleições presidencias, em 2010. O jornalista e escritor Fernando Molica, escreveu este texto " Debate numa escolinha de Brasília ". Eu me lembro até hoje como isso tudo fez sentido e de como adorei o texto.
Agora, estou compartilhando ele com vocês.
-- Você é feio e bobo!
-- E você é amiga daquele menino que escondeu o apagador da professora! Depois, você ainda mentiu pro inspetor, disse que o garoto era inocente. Bem-feito, ninguém acreditou naquele seu trololó e ele acabou sendo suspenso!
-- Isso é inveja. Só porque ele é mais esperto e mais legal do que você, Zezinho. Seus amigos também fazem as mesmas brincadeiras.
-- Meus amigos não fazem nada disso. E você, que colou a prova inteira de Matemática? Minha nota 10 foi justa; a sua não foi. Eu vou contar pra professora que você colou da Elenilce, aquela sua grande amiga. Eu sou inteligente, você precisa colar, só sabe pensar com a cabeça dos outros!
-- Pode contar, Zezinho, a professora não vai acreditar. É mentira mesmo. Eu não preciso colar e a Elenilce é muito honesta, nunca ninguém provou nada contra ela.
-- Eu é que sei. A mãe da Elenilce é sócia do seu pai naquela agência dos Correios. E você, todo mundo sabe, quer namorar o irmão dela, aquele menino que vive se gabando por aí, diz que consegue até os gabaritos das provas.
-- Quer contar, conta. Também posso dizer pra professora quem é que colocou chiclete na cadeira dela, bem naquele dia em que ela veio dar aula com uma calça novinha. Eu vi você fazendo aquilo.
-- Isso é mentira! Você mente o tempo todo, Didinha! E tem mania de bisbilhotar a minha vida. No dia do chiclete eu até saí mais cedo, fui pra enfermaria. Tudo por causa daquele giz que você jogou com toda a força na minha cabeça!ciso colar e a Elenilce é muito honesta, nunca ninguém provou nada contra ela.
-- Eu é que sei. A mãe da Elenilce é sócia do seu pai naquela agência dos Correios. E você, todo mundo sabe, quer namorar o irmão dela, aquele menino que vive se gabando por aí, diz que consegue até os gabaritos das provas.
-- Quer contar, conta. Também posso dizer pra professora quem é que colocou chiclete na cadeira dela, bem naquele dia em que ela veio dar aula com uma calça novinha. Eu vi você fazendo aquilo.
-- Isso é mentira! Você mente o tempo todo, Didinha! E tem mania de bisbilhotar a minha vida. No dia do chiclete eu até saí mais cedo, fui pra enfermaria. Tudo por causa daquele giz que você jogou com toda a força na minha cabeça!
-- Foi de brincadeira, nem dava pra machucar. Você é que chora por qualquer coisinha.
-- Tacou com força sim, quase que deu um galo aqui na minha testa. A mamãe é que 'tá' certa: ela conhece muito bem a sua história, diz que você é violenta, brigona, respondona e mal-educada. Conta até que você nem vai na missa. Sei muito bem que você e sua turminha, no meu aniversário, comeram os brigadeiros antes da hora do 'Parabéns'!
-- Eu não fiz nada, só comi unzinho. Mas e aquela sua amiga, a Branquinha? Ela também faz muita coisa errada. Todo mundo sabe que ela pede figurinha emprestada para os amigos, diz que vai entregar outras e nunca entrega. Acho até que você fica com algumas das figurinhas que ela pega!
-- Para com isto, Didinha! Chamar a Paula Branca de 'Branquinha' é racismo!
( Fernando Molica, estação carioca, jornal O DIA, 27 de outubro de 2010 )
http://www.fernandomolica.com.br/blog/2010/10/debate-numa-escolinha-de-brasi.php
Agora, estou compartilhando ele com vocês.
-- Você é feio e bobo!
-- E você é amiga daquele menino que escondeu o apagador da professora! Depois, você ainda mentiu pro inspetor, disse que o garoto era inocente. Bem-feito, ninguém acreditou naquele seu trololó e ele acabou sendo suspenso!
-- Isso é inveja. Só porque ele é mais esperto e mais legal do que você, Zezinho. Seus amigos também fazem as mesmas brincadeiras.
-- Meus amigos não fazem nada disso. E você, que colou a prova inteira de Matemática? Minha nota 10 foi justa; a sua não foi. Eu vou contar pra professora que você colou da Elenilce, aquela sua grande amiga. Eu sou inteligente, você precisa colar, só sabe pensar com a cabeça dos outros!
-- Pode contar, Zezinho, a professora não vai acreditar. É mentira mesmo. Eu não preciso colar e a Elenilce é muito honesta, nunca ninguém provou nada contra ela.
-- Eu é que sei. A mãe da Elenilce é sócia do seu pai naquela agência dos Correios. E você, todo mundo sabe, quer namorar o irmão dela, aquele menino que vive se gabando por aí, diz que consegue até os gabaritos das provas.
-- Quer contar, conta. Também posso dizer pra professora quem é que colocou chiclete na cadeira dela, bem naquele dia em que ela veio dar aula com uma calça novinha. Eu vi você fazendo aquilo.
-- Isso é mentira! Você mente o tempo todo, Didinha! E tem mania de bisbilhotar a minha vida. No dia do chiclete eu até saí mais cedo, fui pra enfermaria. Tudo por causa daquele giz que você jogou com toda a força na minha cabeça!ciso colar e a Elenilce é muito honesta, nunca ninguém provou nada contra ela.
-- Eu é que sei. A mãe da Elenilce é sócia do seu pai naquela agência dos Correios. E você, todo mundo sabe, quer namorar o irmão dela, aquele menino que vive se gabando por aí, diz que consegue até os gabaritos das provas.
-- Quer contar, conta. Também posso dizer pra professora quem é que colocou chiclete na cadeira dela, bem naquele dia em que ela veio dar aula com uma calça novinha. Eu vi você fazendo aquilo.
-- Isso é mentira! Você mente o tempo todo, Didinha! E tem mania de bisbilhotar a minha vida. No dia do chiclete eu até saí mais cedo, fui pra enfermaria. Tudo por causa daquele giz que você jogou com toda a força na minha cabeça!
-- Foi de brincadeira, nem dava pra machucar. Você é que chora por qualquer coisinha.
-- Tacou com força sim, quase que deu um galo aqui na minha testa. A mamãe é que 'tá' certa: ela conhece muito bem a sua história, diz que você é violenta, brigona, respondona e mal-educada. Conta até que você nem vai na missa. Sei muito bem que você e sua turminha, no meu aniversário, comeram os brigadeiros antes da hora do 'Parabéns'!
-- Eu não fiz nada, só comi unzinho. Mas e aquela sua amiga, a Branquinha? Ela também faz muita coisa errada. Todo mundo sabe que ela pede figurinha emprestada para os amigos, diz que vai entregar outras e nunca entrega. Acho até que você fica com algumas das figurinhas que ela pega!
-- Para com isto, Didinha! Chamar a Paula Branca de 'Branquinha' é racismo!
( Fernando Molica, estação carioca, jornal O DIA, 27 de outubro de 2010 )
http://www.fernandomolica.com.br/blog/2010/10/debate-numa-escolinha-de-brasi.php
sábado, 12 de maio de 2012
ATEA
https://www.facebook.com/ATEA.ORG.BR
Uma coisa na qual eu não entendo muito na ATEA, é que eles falam tanto de uma coisa que eles não acreditam existir. Qual é o fundamento da página da ATEA? Invadir o facebook com ideias anti-religiosas? Mostrando-nos que estamos errados ao acreditar em Deus?
Os Ateus declaram que as religiões causam desigualdades, pois uma quer falar da outra e quer apontar quem é a certa da história. Pórém, eles fazem igualzinho quando postam coisas anti-religiosas em suas páginas, com qual fundamento,por favor?
Acho tão desnecessário tudo isso.
Pra quê? É cada coisa, que não entra na minha cabeça. Não mesmo!
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Morrerão- Vanguart
E esse chão há de ser só teu e meu. Só seu.
Meus pais morrerão e os seus também,
Se já não morreram com a noite a se esconder.
E eu vou correndo pra ver,
O sol renascer, o tempo fala.
E até o céu morrerá,
Hoje ao terminar mais um dia.
E o que você fez.
Que não morreria ao ver você assim, tão bonita.
O seu ultimo olhar acabou,
Nas árvores ficou,
As ruas marcou.
Nos olhos levou a certeza que teu mar não morrerá em ti.
Teu mar não morrerá em ti.
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